Recebi este texto e achei engraçado... e como acho que tem tudo a ver... quem sabe daqui a uns anos não se passa o mesmo:
"Um grupo de amigos de 40 anos discutiam e discutiam para escolher o restaurante onde iriam encontrar-se para jantar.
Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque as empregadas usavam mini-saias e blusas muito decotadas.
10 anos mais tarde, aos 50 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram e discutiram para escolher o restaurante.
Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque a comida era muito boa a havia uma óptima selecção de vinhos.
10 anos mais tarde, aos 60 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram e discutiram para escolher o restaurante.
Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque ali podiam comer em paz e sossego e havia sala de fumadores.
10 anos mais tarde, aos 70 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram e discutiram para escolher o restaurante.
Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque lá havia uma rampa para cadeiras de rodas e até um pequeno elevador.
10 anos mais tarde, aos 80 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram e discutiram para escolher o restaurante.
Finalmente decidiram-se pelo Restaurante Tropical. Todos acharam que era uma grande ideia porque nunca lá tinham estado antes."
Nota: Pode-se aplicar tudo excepto a parte das mini-saias... :) Até agora não encontrei nenhum Restaurante Tropical...
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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Morre lentamente quem não viaja
Poema enviado por uma amiga minha e acho que tem muita verdade, por isso quis partilhar:
«Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Pablo Neruda
«Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Pablo Neruda
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Espiral...
Estava numa pesquisa e descobri este texto... Transcrevo porque gostei:
"Na espiral eu danço.
Danço conforme os ritmos
Daquela que me deu a Vida
Daquela que nutre minha Vida
E que Vive dentro de mim.
Que me faz ser Donzela, Mãe e Anciã
Faz-me nascer, Nutrir e Morrer
Quantas vezes forem necessárias.
Que me ensinou a iluminar e controlar
Cada acção, cada gesto e cada palavra minha.
Festejando Solstícios e Equinócios
Na espiral eu danço
Agradecendo a Ela as bençãos recebidas
E à minha Deusa interior por tê-las realizado."
"Na espiral eu danço.
Danço conforme os ritmos
Daquela que me deu a Vida
Daquela que nutre minha Vida
E que Vive dentro de mim.
Que me faz ser Donzela, Mãe e Anciã
Faz-me nascer, Nutrir e Morrer
Quantas vezes forem necessárias.
Que me ensinou a iluminar e controlar
Cada acção, cada gesto e cada palavra minha.
Festejando Solstícios e Equinócios
Na espiral eu danço
Agradecendo a Ela as bençãos recebidas
E à minha Deusa interior por tê-las realizado."
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